segunda-feira, 18 de maio de 2009

Ajudem a trazer NIN/JA para o Brasil

Para quem não sabe: NIN/JA = Nine Inch Nails + Jane's Addiction + Street Sweeper Social Club




Puta festa do caralho! Isso tem que vir para o Brasil de qualquer jeito! Ajudem!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Greve de fome em nome das vítimas de Darfur

Peter Gabriel e outros iniciarão uma greve de fome por períodos diferentes para chamar atenção ao que já é considerado um genocídio no Sudão.

Me entristece saber que estamos muito longe de conseguir paz no mundo.


Vendo e/ou troco drive HDDVD para XBox 360


Acompanha pacote com 11 filmes.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Procura-se fotos do Genesis!

A fase clássica (Peter Gabriel) do Genesis é uma das mais adoradas e menos documentadas da história da banda. A não ser pelos trabalhos do fotógrafo Amando Gallo, existem poucos e muito raros documentos sobre o Genesis tocando ao vivo. 

Depois do lançamento do último box-set de CD's de estúdio que cobrem exatamente a era Gabriel, a banda está finalizando a remasterização dos CD's ao vivo para o próximo box-set. E para ajudá-los na elaboração da arte, eles estão pedindo a ajuda dos fans. 

Qualquer um que tenha fotos de performances ao vivo de uma das seguintes tourneés deve entrar em contato com o site oficial da banda:
1972/3 Foxtrot Tour 
1973/4 Selling England by the Pound Tour
1974/75 Lamb Tour
1977 Wind and Wuthering Tour
1982 Three Sides Live Tour
1983/84 Mama Tour
1986/87 Invisible Touch Tour
1992 We Can't Dance Tour
De acordo com o release oficial, as fotos devem ser mandadas para o endereço   zorknapp1@genesis-music.com

Quem sabe sai alguma coisa remasterizada em vídeo também. Especialmente do Lamb.

Star Trek, um novo começo


Minha espera pelo novo Star Trek pôde ser caracterizada por um mixto de ansiedade e ceticismo. Estamos na década dos prequels e dos remakes. Batman, James Bond, Sexta-feira 13. Cresci assistindo a estes filmes. Estas histórias estão totalmente entrelaçadas à minha vida.

E Jornada nas Estrelas não é exceção (sim, ainda conheço como Jornada nas Estrelas). Lembro de ver o primeiro filme quanto era um pequeno garoto. As imagens das naves Klingon cruzando lentamente a tela indo em rumo a uma grande névoa destruidora, acompanhadas da trilha-sonora de Jerry Goldsmith foi umas das lembranças marcantes da minha juventude.

Depois veio A Nova Geração. Que, graças aos VHS da Hobby Vídeo, foi outra de minhas obsessões juvenis. Acompanhei os filmes até Primeiro Contato (oitavo das 10 películas originais), que apesar de parecer um episódio extendido da série de TV, se coloca como um "prequel" merecedor de atenção. Então, desisti de acompanhar as séries e os filmes, tendo talvez me ocupado com outras obsessões.

Depois de assistir ao novo filme ontem, voltei à minha infância.

Não vou me prender a detalhes de enredo, isso pode ser lido em outros lugares. Reservei este espaço pois quero reforçar a qualidade do longa-metragem. Apesar de apresentar um vilão ligeriamente exagerado em suas proporções "Khanianas", as atuações são primorosas, em um roteiro que não projeta uma sombra negra sobre o túmulo de Gene Roddenberry, o criador da série.

Ele também possui uma trilha sonora que merece destaque, elaborada por Michael Giacchino, longo colaborador de J. J. Abrams e da Pixar. Mas a cereja no bolo fica para a Direção de Fotografia. Nunca vi um trabalho assim. 

Percebo que a intenção era de criar uma "realidade aumentada". Considero David Fincher o precursor desta técnica. A idéia é integrar os elementos digitais (atores, objetos de cena, cenários) de tal forma que eles sejam imperceptíveis a "olho nu". Isso é muito comum em Hollywood, mas dificilmente existe uma sensação de realidade, acabando por exagerar. Em Star Trek, os especialistas acertaram em cheio, com destaque ao movimento das câmeras, tanto nos cenários reais quanto nos digitais. Sem se perderem nos detalhes tecnológicos dos cenários em sem uma sensação "videogame", o filme emana tecnologia simplesmente pela iluminação dos cenários, pelos brilhos de luz na lente da câmera (o famoso lens flare) e pela rapidez no desenrolar da história. Brilhante! A Direção de Arte totalmente inspirada na série original também é um ponto positivo.

Não é exigido ser um conhecedor da saga para apreciar o filme, mas existem muitas referências para saciar os geeks. Eu me diverti em especial em testemunhar a técnica usada por Jim Kirk para vencer na simulação do ataque ao Kobayashi Maru. Além disso, me emocionei muito em ver a participação importantíssima de Leonard Nimoy na história. E no epílogo, chorei copiosamente.

Sem dúvida e por mais improvável que pareça, foi um dos melhores filmes que vi em muito tempo.

Recomendo assistirem também o vídeo que o crítico inglês Mark Kermode colocou no seu site comentando sobre o filme. BBC - Mark Kermode - Star Trek: Kirk vs Pike - Kermode Uncut Video Blog

quinta-feira, 7 de maio de 2009

George Lucas Apaixonado


Como um jovem George Lucas conseguiu sua inspiração para escrever a saga Star Wars? Descubra neste curta-metragem muito bem produzido e muito bem humorado. :-)

A "YouTubosfera" deveria ter mais videos assim.



P.S.: Valeu pela dica, Carlos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Nine Inch Nails: 1989 - 2009

Agora é oficial, a banda vai acabar este ano. Os indícios foram deixados na página de tourneé do site.






Triste? Certamente. Mas compreensível. Afinal são 20 anos que a "banda" produz arte de vanguarda. Escrevo "banda" pois sabe-se que durante metade deste tempo ela possuía somente uma mente criativa, a de Trent Reznor. Durante a segunda metade, as tarefas de direção artística ficaram divididas entre ele e Rob Sheridan. Ainda assim, todas as composições musicais sempre foram frutos de Reznor. 

E agora, o homem quer descansar. Especula-se até que vai casar com uma mulher (melhor esclarecer). Ele tem meus votos de boa sorte. 

Sou fan e sentirei falta, especialmente das surpresas. Cada álbum se mostrava mais maduro e inovador. Os shows, sempre espetáculos inigualáveis. Força e vitalidade a cada nota. Não existe nada que possa se comparar ao trabalho do Nine Inch Nails. Nada.

As chuteiras da banda estão pinduradas, mas Trent Reznor ainda é jovem (com seus 40 e poucos anos) e já falou que quer investir seu tempo em outros projetos. Depois de Ghosts I-IV, especulo que será trilhas-sonoras. Ele também já produziu uma porrada de outros artistas. Uma coisa é certa: morto ele não está. Seja qual for seu próximo trabalho, tenho certeza que não vai decepcionar.

Vejo que a única pendência do Nine Inch Nails seria uma última passagem pelo Brasil. As chances são poucas, mas como diria mamãe: a esperança é a última que morre.

Cheers, Trent! Le Roi Est Mort, Vive Le Roi!