quarta-feira, 25 de março de 2009

Yes, Pet Shop Boys, uma resenha, etc.

Após escutar seguidas vezes ontem, devo admitir que no novo dos Pet Shop Boys será adquirido por mim em breve. Não faço isso com um disco deles desde Bilingual (1996). Durante uma década os "meninos" ficaram poéticos ou comuns demais para meu gosto pessoal. 

Mas neste último, eles voltam com todo o vigor e inventividade que admiro desde 1993 com o meu favorito Very (1993), aquele de caixinha laranja.

A primeira metade das faixas traz uma surpresa atrás da outra. Uma diversidade incomparável de timbres, arranjos e riffs incluindo backings do apático tecladista Chris Lowe. Mas a surpresa reside na faixa Beautiful People que substitui 99% dos elementos eletrônicos por acústicos, incluindo violões, bateria, cordas, metais e até gaita. Belíssima. 

As demais são irrecusavelmente dançantes, capazes de fazer requebrar até os mais héteros dos ouvintes. Com a exceção de um par de faixas mais lentas, o disco é divertido e muito alto-astral. Um sucesso. Bem-vindos de volta, rapazes.

Até fiquei feliz em saber que os iberos do sound + vision concordam comigo.

Incorporo o widget aqui embaixo novamente para que vocês também possam apreciar Yes.


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