sexta-feira, 26 de setembro de 2008

iPhone 3G: não foi hoje

Dia agitado. 

12h30 estava na loja da Claro do Shopping Iguatemi, um dos quatro pontos de venda da operadora na capital. Dei com a cara na porta: "já esgotou nossa quota de venda do iPhone para hoje, senhor. Posso pegar seu nome e entraremos em contato." Percebi que era o quinto da lista. Devo ter perdido o último por uma questão de minutos. 

Mas, deixa eu ver se entendi: em duas horas e meia venderam TUDO?! Se existem quotas de aparelhos por loja, porque não colocar todos a venda? Tem que ficar disponibilizando em doses homeopáticas.

Tentei a loja da Vivo: "o iPhone só está a venda para assinantes da Vivo neste momento, senhor." ... (sigh) Vamos então para o Pátio Higienópolis. 

Mesma coisa: lista de espera. Com a diferença que desta fez fui mal atendido. Os funcionários tiveram muita dificuldade em achar informações, sem contar que quando perguntei sobre o iPhone me informaram que ainda existiam peças a venda. Mentiram e ainda me deixaram esperando.

Tirando a frustração de chegar em casa sem o brinquedo novo, a Apple postou uma versão de seus famosos vídeos de "Visita Guiada" para o iPhone em português. Vale a pena assistir.

Comparando os planos oferecidos do iPhone pelas operadoras, conclui que a Vivo tem ofertas muito melhores, não somente no preço do aparelho mas também nos minutos incluídos. Portanto, estarei trocando de número em breve. ;-)

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Add.: Esqueci de mencionar que fui entrevistado pela Folha e pelo Jornal da Tarde. Senti um tom esquerdista quando o JT me perguntou se tinha feito uma reserva financeira para comprar o aparelho. Respondi que seria fácil pagar em 24 vezes com a oferta da American Express, algo que o vendedor da Claro também esqueceu.

3 comentários:

Paulo "Limão" Simões disse...

Boa sorte na sua 'quest' pelo iPhone!
E... jornal sendo esquerdista?!? Que espanto! :-P

iPivo disse...

O código de defesa do consumidor impede a eexistência de "quotas" para vendas de produtos, se eles tem em estoque.

Se for o caso você pode botar na bunda deles (no pun intended) e obriga-los a vender. Se a recusa persistir chame a policia :D

Sir Whiteout disse...

Artigo 39, parágrafo I do Código.