terça-feira, 1 de abril de 2008

¡Yo quiero!


O velho nem bateu as botas e já fizeram uma revolução na revolução.

O irmão de Fidel, Raúl Castro, prometeu diminuir as proibições excessivas impostas pela gestão anterior. Nenhum cubano podia ter eletrodomésticos, eletro-eletrônicos ou mesmo panelas de pressão. Nem podiam se hospedar em hotéis.

O poder aquisitivo ainda é muito baixo, US$ 17 por mês, mas já é possível comprar computadores e DVD oficialmente. No final das contas, a proibição só serviu para alimentar um mercado negro ultra-capitalista e explorador.

Meu amigo, Ricardo, que acabou de voltar de lá onde estava em lua de mel, me contou sobre isso. Fiquei abismado. Ele, ao contrário dos cubanos, teve uma semana de rei. Consumiu de tudo e do melhor, gastando uma mixaria.

Os cubanos que o atenderam perguntavam sobre Lula e do Brasil. Ao explicar que o hermano estava quase que nem o Bush eles também ficaram chocadíssimos.

Não sou contra as políticas e idealismos cubanos. Mas como já disse no post anterior, odeio hipocrisia.

Notícia do Estadão.com

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