quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Agente 86


Sempre foi uma das minhas séries preferidas. Os roteiros eram bons. Focavam muito em diálogos inteligentes, mas sem abrir mão das palhaçadas. Méritos de Mel Brooks e Buck Henry, os criadores.

Estava com o pé atrás sobre este filme. O primeiro trailer é engraçado mas não mostra muito. Mas este segundo me parece mais promissor.

O grande truque dos filmes da série Apertem Os Cintos... O Piloto Sumiu, do qual sou fan, é que os criadores tratavam os atores como se aquele não fosse um filme de comédia.

Parece que para este filme do Agente 86, contrataram os atores para fazerem um filme de ação mas não avisaram que é uma comédia. Acho que vai ser divertido.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Roger On Stage


Finalmente uma rede social feita sobre medida prá mim. :-)

Tinha outro nome antes. E era pago. Mas agora a EA comprou, adicionou à super-franquia The Sims e ficou de grátis.

Me interesso pelo Karaoke, mas também dá prá gravar poesias, performances cômicas e muito mais.

Já gravei quatro músicas do R.E.M. Espero que gostem.
Add: As gravações ficaram boas, mas o playback está fora de sicronia. Vou ter que gravar de novo. :-(

"Façam arte!"


Assim terminou o discurso de agradecimento de Glen Hansard ao ganhar o Oscar de melhor canção junto com Marketa Iglova para "Falling Slowly", tema do filme Once.

Ainda inédito no Brasil, o filme conta a história de um rapaz, simplesmente chamado de "rapaz", e uma moça, simplesmente chamada de "moça", que se conhecem nas ruas de Dublin. Ele conserta aspiradores de pó e toca violão nas ruas para ganhar mais uns trocados. Ela é imigrante tcheca e tenta fazer a vida num País desconhecido, acompanhada da mãe e da filha pequena. Apesar de serem totais desconhecidos, são aproximados por uma paixão em comum: a música.

O filme foi feito por aproximadamente € 100.000 em 17 dias e ganhou grande apoio do público e crítica ao redor do mundo. Consegui assistí-lo no novo sistema de locação do iTunes, e realmente é um doce.

Os atores são músicos de verdade e escreveram todas as músicas que são tocadas por eles mesmos no filme. Com minhas experiências musicais recentes, posso comprovar que as emoções vividas no filme são muito reais.
 
A vontade incontrolável de fazer música eternamente. A emoção sentir a cumplicidade dos companheiros de tocar uma música juntos pela primeira vez. Gravar e ouvir o próprio instrumento. A busca pelo respeito dos ouvintes, mais do que o sucesso ou o dinheiro.

Assitam a belíssima performance da canção em um arranjo com orquestra no Oscar, apresentada por um emocionado Collin Farrell. O violão detonado do Glen é o mesmo usado no filme. Amei o detalhe. :-)

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Uma questão de timing


Ontem arrematei no Mercado Livre um drive de HD-DVD para meu XBox 360. R$ 500,00. Um valor que acho razoável. Ele custa US$ 129,00 lá nos eua. Pelo menos é o que achava.

Hoje leio nos blogs por aí que a Toshiba está há dias de declarar a morte da tecnologia.

Será que fiz um mal negócio? :-P

Considerando que o PS3 ainda é a opção mais barata para assistir Blu-Rays, e não pretendo comprar um tão cedo, acho que não. 

Terei alguns meses, senão um ano, de puro deleite visual até adotar a próxima tecnologia. Já achei uma locadora que tem os disquinhos. E que certamente serão liquidados com um descontão.

Um "viva" à tecnologia proprietária.

Urso de Ouro para Tropa de Elite


Ao meu ver, é o melhor filme brasileiro de conteúdo contemporâneo desde Cidade de Deus.

Ele merece, ele merece...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Recordar é viver 2


Uma amiga me perguntou há um tempo: onde foram parar os posts de Abril de 2006 a Setembro de 2007?

Durante este período estava usando o iWeb e a hospedagem do .Mac para postar artigos. Mas depois de um ano, achei que seria melhor voltar ao Blogger. Bem mais fácil e rápido.

Acabei de resgatar os posts deste período. Na verdade, da metade de Março de 2006 a Janeiro de 2007. O restante do tempo não postei nada, por preguiça mesmo. :-P

Finalmente acharam função para os mímicos

Dica do Bluebus.com.br

Ação promocional de limpa vidros.

Lepidópteras verpertinas

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Blair Witch + Godzilla = Cloverfield


Depois do 9/11 e a imagem icônica das Torres caindo, as pessoas não se impressionam com mais nada. Os geniais caras por traz do filme Cloverfield sacaram isto e tiraram muito bom proveito.

A equação do titulo é muito simplificada. Uso referências minhas. Podia incluir uma tonelada de outras. Mas basicamente o filme é isso. Uma história de monstro que ataca Nova York do ponto de vista de jovens com uma câmera na mão.

Só que a maestria está em como eles mostram (ou não) a ação. A câmera está sempre em movimento, correndo prá lá e prá cá. Balançando prá chuchu. E os efeitos estão sempre lá, mesmo que seja por um único frame (1/24 de segundo). Mérito dos técnicos de Matchmove.

Todo mundo já conhece o fundo verde que usam em filmes. Geralmente é verde, mas pode ser azul ou vermelho. Colocam os atores na frente e depois usam o computador para recortá-los e inserí-los num fundo qualquer. Espaço sideral, fundo do mar etc. Até um passado próximo, a câmera ficava estática. Assim ficava mais fácil de criar um fundo realista. Depois ela começou com pouco movimento. Em A.I. - Inteligência Artificial e na nova trilogia Star Wars, os fundos ganharam muita vida, e usando marcadores, como pontos brancos no fundo verde, ficava bem fácil e automático de animar o fundo junto com o movimento da câmera. No caso de Cloverfield, poucas são as cenas que o meu olho clínico conseguiu detectar o uso de um fundo verde. Grande parte do filme acontece nas ruas de Manhattan, ao ar livre. Aí entra o MatchMoverPro e muita, mas muita criatividade.

Com um software de US$ 700,00 (na sua versão mais simples), é possível marcar qualquer ponto no vídeo e identificar o movimento. Recortando manualmente os atores e traçando o movimento deles, pode-se inserí-los em qualquer situação, sem a necessidade de um fundo verde. Veja um exemplo simples desta aplicação aqui.

Parece um trabalho fácil, mas não é. A maior equipe do filme foi com técnicos de MatchMove. Mas também tiveram os artistas 3D, que precisaram moldar e destruir Manhattan, prédio por prédio, incluindo uma cabeça voadora da Estátua da Liberdade. Todo este trabalho, somado a uma direção genial do praticamente estreante Matt Reeves e a mente aberta do produtor J.J. Abrams fazem de Cloverfield uma obra-prima do cinema contemporâneo.

Desde a primeira explosão, percebe-se que este não é um filme catástrofe como qualquer outro. Fragmentos enormes voam em direção aos pobres e indefesos jovens, e consequentemente, à platéia. Óculos 3D não são necessários. A ação é totalmente imersiva e hiper-realista. Não há trilha sonora orquestrada, ela só começa um minuto e meio depois do início dos créditos finais.

Não percam. É um filme que precisa ser visto no cinema.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Episódio 3 do Universo Binário está no ar!


Em mais uma mesa redonda, recebemos novamente George Lobo e um novo convidado, Paulo Simões, para debatermos sobre os lançamentos da MacWorld 2008, entre eles o novo MacBook Air, as atualizações do iPhone e do Apple TV, e o Axiotron ModBook, o primeiro e único Mac tablet. Agora na página do MacNewsTV (www.mntv.com.br) você também pode deixar seus comentários sobre os episódios ou mandar uma mensagem para nós no endereço ub@mntv.com.br

Para assistir, basta entrar no site do MacNewsTV. Caso você tenha iTunes, uma versão em alta-resolução está disponível aqui.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Crédito ou débito?


Meu... como pode??? Desrespeito, impunidade, falta de bom senso. Tudo isso e mais um pouco. A tal ministra da Igualdade Racial, não tem mesmo vergonha na cara. De acordo com esta reportagem da Veja, mais de R$ 170 mil gastos com o dinheiro público. De hotel a motorista. De Free Shop a padaria. Meu deus!

Será que este País tem que começar de novo prá melhorar?

Ela já entregou a carta de demissão. Pelo menos isso. "Is it hot enough for you?"