quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Stay At Home - Parte 1: Introdução


Esta seqüência de posts está na minha cabeça há mais de seis meses. Acho que chegou na hora de colocá-los no ar.

“Eu não preciso ir até Buenos Aires para comer alfajores Havanna”, respondeu rapidamente uma amiga ao dizer a ela que só assistia filmes no cinema se fosse no UCI do Shopping Jardim Sul. Naquele dia fomos com um grupo assistir “O Ano que Meus Pais Saíram de Férias” no HSBC Belas Artes

Dupla decepção. Primeira: a sala tinha som baixo, as cadeiras não eram muito confortáveis e a tela ficava láááááááá loooooooonge. A tela tinha o tamanho da imagem da TV de casa. Segunda: o filme é boring. Tirando a temática interessante sobre a ditadura e a possível chance de se emocionar (algumas pessoas do grupo passaram por aqueles eventos e sentiram muito mais o impacto da história do que eu), o filme não chega nem perto do argentino “Kamchatka” que trata da mesma temática no seu país.

No fundo, o ponto é o seguinte: as salas de cinema convencional e de baixa qualidade que estamos acostumados a freqüentar estão tendo as suas covas lentamente cavadas pelas novas tecnologias de Alta-Definição e a grande variedade de canais de distribuição de conteúdo que estão começando a aparecer na Internet, como o YouTube, os Video Podcasts gratuitos e as lojas de venda (iTunes Store) e locação (Amazon Unbox).

Este é o primeiro de uma série de posts em que estarei sugerindo conteúdo que você pode assistir em casa, em DVD ou pela internet. Também incluirei guias para melhorar a experiência de assistir estes conteúdos, incluindo quais os melhores modelos de TV’s de alta-definição, DVD Players, home theaters e computadores para se ter e como conectar toda essa geringonça e ter uma experiência de cinema sem ter que sair de casa.

terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Set the controls for the heart of the sun


Mais uma vez a Apple muda a história da tecnologia com a apresentação do iPhone. Pode jogar todos os outros smartphones no lixo. Esta tecnologia é realmente smart. Controles totalmente intuitivos com gráficos lindos, maravilhosos, de cair o queixo. Funções de iPod, telefone e PDA em um único pacote com tecnologia revolucionária de baixo do capô: acelerômetro, sensor de presença e iluminação, tela multi-touch que reconhece gestos de dois dedos.

Como sempre, a Apple não dá ponto sem nó. Pesquisa, muita pesquisa, foi usada no desenvolvimento deste produto. Mais de 200 patentes. Isso é suficiente para invejar qualquer outra companhia, e nem precisa estar envolvida em tecnologia. Revolução total.

No entanto é mais fácil ver do que ler. Portanto, sugiro que entrem no site e presenciem a demonstração o aparelhinho.

No final de tudo, creio que isso é somente uma pequena amostra do que esta por vir. Não é muito difícil imaginar este tipo de tecnologia em um Mac. E quando isso acontecer, vai existir um abismo de diferença entre ter um Mac e ter um computador qualquer.

Portanto Apple, programe os controles para o centro do Sol de dirija-nos para o futuro. Estou contigo e não abro.


Little by little the night turns around.

Counting the leaves which tremble at dawn.

Lotuses lean on each other in yearning.

Under the eaves the swallow is resting.

Set the controls for the heart of the sun.

Over the mountain watching the watcher.

Breaking the darkness

Waking the grapevine.

One inch of love is one inch of shadow

Love is the shadow that ripens the wine.

Set the controls for the heart of the sun.

The heart of the sun, the heart of the sun.

Witness the man who raves at the wall

Making the shape of his questions to Heaven.

Whether the sun will fall in the evening

Will he remember the lesson of giving?

Set the controls for the heart of the sun.

The heart of the sun, the heart of the sun.

-Pink Floyd


P.S: Aproveitem e leiam a resenha/”cantada de bola” que fiz do Nokia 6600 em setembro de 2005. Muito instrutiva para o assunto presente.

Enfim, MacWorld


É dia de apresentação (keynote) da Apple na MacWorld em São Francisco, ou como os macmaníacos gostam de chamá-la, Stevenote. Como de praxe, reservo este dia para apreciar as novidades da amada empresa com pipoca e refris.

Imagino que alguns dos leitores deste blog nunca tenham visto um keynote de uma empresa, muito menos da Apple. Já assisti keynotes da Sony, da Nintendo e da Microsoft na E3 (feira de games) seguidos anos; da Microsoft no lançamento do Windows XP e na Consumer Electronics Show do ano passado. Tenho assistido os keynotes da Apple há quase 8 anos, não perco nenhum, e devo dizer que são eventos maravilhosos que se assemelham muito a peças teatrais no sentido de narrativa. Obras primas de retórica comercial. 

Minha apresentação para o projeto experimental da UNIP foi todinha baseada nas apresentações da Apple, e devo dizer que isso garantiu minha formatura.

Se depender da imagem acima, que a Apple colocou na sua homepage, esse ano promete.

Especulações correm soltas:

Será que finalmente teremos um iPhone?

Mais novidades revolucionarias para o novo sistema operacional que debulharão por completo o Windows Vista?

Novos modelos de Macs?

Novos iPods widescreen?

iTunes Store Brasil?

Daqui a pouco saberemos...

Vejam os links de outras apresentações só para dar o gostinho:

Lançamentos da linha de 2006 de iPods e da nova iTunes Store (http://www.apple.com/quicktime/qtv/showtime06/)

World Wide Developers Conference 2006. Apresentação da nova versão do MacOS X, anos luz a frente do Windows Vista (http://events.apple.com.edgesuite.net/aug_2006/event/index.html)

MacWorld 2006. Apresentação dos novos Macs Intel. (http://www.apple.com/quicktime/qtv/mwsf06/)

Microsoft na Consumer Electronics Show 2006. A diferença de quando não se tem conteúdo. Ou quando ele simplesmente é copiado. (http://www.microsoft.com/winme/0601/25904/CES_Keynote_MBR.asx)

Microsoft na CES 2007. Falando de mais, fazendo de menos. (http://www.microsoft.com/ces/)

Sony, Microsft e Nintendo na E3 2006 (http://www.gamespot.com/e3/e3live.html)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007