sábado, 9 de dezembro de 2006

Bond Girls galore


Nathália, Roberta e Raquel.


 Oh, the things I do for England...

Shaken, not stirred

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

“Quando crescer eu quero ser publicitário...”



Este filme foi feito para os Addy Awards, prêmio da American Advertising Federation, inspirado nas peças da Monster.com, um site de empregos. Segue abaixo uma livre tradução para os deficientes em anglo-saxonismos.

“Quando crescer quero trabalhar em publicidade.

Ser forçado a trabalhar 10 horas por dia... 12 horas por dia... 14 horas por dia...

Trabalhar como cachorro e me ferrar por um aumento de U$ 1.500,00 por ano.

Quero ser um coordenador de contas. Ser um peso de papel de luxo. Pegar café e rosquinhas. E sentar nas reuniões com os clientes e contribuir absolutamente nada.

Quando crescer quero ser um profissional de mídia. Ser um comprador. E ter o meu saco puxado por todos os veículos do planeta.

Quero ser um diretor de criação. Ter uma cabeça enorme. Guardar os melhores projetos de TV para mim mesmo. E me acabar até os 40 anos.

Quero ser um Web Designer. Um freak. Usar termos que ninguém mais entende e me convencer que eu não sou mais o geek que costumava ser no colégio.

Eu quero lançar idéias para novos negócios. Preencher pedidos de orçamento inúteis. E não receber nenhum puto por isso.

Eu quero ser um redator. Um egomaníaco. Ficar acordado noites afora escrevendo o maior livro da história que nunca será publicado.

Eu quero ser um diretor de arte. Usar roupas pretas. Fumar muita maconha. E dar chilique sempre que não conseguir o que quero.

Eu quero ser diretor de agência. Dizer às pessoas o que fazer. Me auto-justificar por ter um péssimo temperamento. Quero estar tão fora dos eventos do dia-a-dia que será necessário um guindaste para tirar minha cabeça enorme de dentro da minha própria bunda.

Eu quero ser contador. Quero ser recepcionista. Quero ser recursos humanos. E ser considerado nada além de excesso de pessoal.

Quero ser gerente de produção. Me tornar um expert um firulas e breguices. E apontar o dedo sempre que algo sair errado.

Quero ser um executivo de contas. Um puxa-saco. Cobrar por horas não trabalhadas. E perder qualquer resquício de coragem sempre se entrar numa reunião com o cliente.

Quando crescer quero ter minha própria agência. Ter um sala de esquina. Ver meu nome na porta. E fazer as pessoas se perguntarem o que faço o dia inteiro.

Eu quero ser um produtor. Ter orçamentos enormes. Nenhum orçamento. Fingir que sou Cecil B. Demile.

Quando crescer quero trabalhar com publicidade. Ganhar um Clio. Um Tony, Aparecer no One Show. Receber um Addy e ser objeto de inveja de todos os meus amigos.”


Monster.com. Deve haver um emprego melhor por aí.”

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Apple no Brasil de verdade?


De acordo com o jornal online Relatório Reservado, a Apple Computer pretende investir U$ 100 milhões no Brasil em fabricação e distribuição.

Em notícia do Blue Bus:

A norte-americana Apple vai investir U$ 100 milhões no Brasil. A companhia pretende construir uma fábrica de computadores e de outros equipamentos de informática. Vai também ampliar a sua rede de distribuição no país.

Será que finalmente teremos produtos a preços decentes, um teclado verdadeiramente ABNT e loja da iTunes?

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

“Muito bonito o seu prato.”



“Puxa, obrigado.”, respondi à gentil moça da balança do Meio Quilo, quilo gourmet que costumo ir. Não é a primeira vez que ouço um comentário deste, mas desta vez fiquei realmente surpreso. 

Como poderia imaginar que tivesse a capacidade de impressionar as pessoas pela minha organização do almoço. Ora, é somente salada de batata com carne seca, broto de feijão e tofu, acompanhando arroz branco com frango xadrez. Pelo módico preço de R$ 33,90 o quilo, quero saborear também com os olhos.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Myst IV Revelado


Depois de tanto tempo, vou tentar colocar os posts em dia.

Primeiro, com uma resenha de jogo. Não é nenhum lançamento, é o Myst IV - Revelation. Sou fan da série, apesar de achar alguns puzzles simplesmente impossíveis. Para quem não sabe, a série narra a história de uma família liderada pelo pai Atrus, último sobrevivente da cultura milenar dos D’ni (dunny), que habitavam há milhares de anos os subterrâneos da Terra e desenvolveram a arte de criar mundos fantásticos, chamados de Eras, por meio da escrita em livros. O quarto volume da saga, se passa aproximadamente 20 anos desde os eventos do primeiro jogo e descobrimos que os filhos de Atrus, Sirus e Achenar, na verdade não morreram, mas estão ainda vivos em Eras de prisão construídas pelo pai. Sedentos por vingança, eles escapam e seqüestram sua irmazinha caçula, Yeesha. Seu objetivo é explorar as Eras e levantar pistas de qual deles é o criminoso e resgatar a pequena Yeesha.

Por meio de cenários extraordinários e trilha sonora fabulosa, o jogador fica totalmente imerso no mundo de Myst. Particularmente, achei ele MUITO difícil. Ele também sofre de problemas de Level Design. O cenário de uma Era em particular é um verdadeiro labirinto na floresta, sendo que os pontos de acesso são quase que totalmente camuflados na paisagem. Mas simplesmente TIVE que acabar. Sentei uma tarde na frente do computador, baixei um FAQ e mandei ver.

Em compensação, achei a trilha sonora fabulosa como sempre. Esta foi escrita por Jack Wall, mesmo compositor da trilha do Myst III. Conta também com a participação especial de Peter Gabriel, um de meus artistas favoritos. Ele cedeu sua voz para um personagem que não aparece e uma música ainda inédita chamada Curtains para uma das seqüências mais maravilhosas do jogo.

Para principiantes, recomendo o Myst III - Exile, o mais gratificante de uma forma geral, atualmente disponível numa edição de 10º aniversário, em conjunto com o Myst original e Riven, a seqüência.

Postei uma resenha completa de Myst IV - Revelation no site da IGN e o vídeo completo de Curtains no YouTube.

Divirtam-se.

Até breve, prometo.