sábado, 9 de dezembro de 2006

Bond Girls galore


Nathália, Roberta e Raquel.


 Oh, the things I do for England...

Shaken, not stirred

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

“Quando crescer eu quero ser publicitário...”



Este filme foi feito para os Addy Awards, prêmio da American Advertising Federation, inspirado nas peças da Monster.com, um site de empregos. Segue abaixo uma livre tradução para os deficientes em anglo-saxonismos.

“Quando crescer quero trabalhar em publicidade.

Ser forçado a trabalhar 10 horas por dia... 12 horas por dia... 14 horas por dia...

Trabalhar como cachorro e me ferrar por um aumento de U$ 1.500,00 por ano.

Quero ser um coordenador de contas. Ser um peso de papel de luxo. Pegar café e rosquinhas. E sentar nas reuniões com os clientes e contribuir absolutamente nada.

Quando crescer quero ser um profissional de mídia. Ser um comprador. E ter o meu saco puxado por todos os veículos do planeta.

Quero ser um diretor de criação. Ter uma cabeça enorme. Guardar os melhores projetos de TV para mim mesmo. E me acabar até os 40 anos.

Quero ser um Web Designer. Um freak. Usar termos que ninguém mais entende e me convencer que eu não sou mais o geek que costumava ser no colégio.

Eu quero lançar idéias para novos negócios. Preencher pedidos de orçamento inúteis. E não receber nenhum puto por isso.

Eu quero ser um redator. Um egomaníaco. Ficar acordado noites afora escrevendo o maior livro da história que nunca será publicado.

Eu quero ser um diretor de arte. Usar roupas pretas. Fumar muita maconha. E dar chilique sempre que não conseguir o que quero.

Eu quero ser diretor de agência. Dizer às pessoas o que fazer. Me auto-justificar por ter um péssimo temperamento. Quero estar tão fora dos eventos do dia-a-dia que será necessário um guindaste para tirar minha cabeça enorme de dentro da minha própria bunda.

Eu quero ser contador. Quero ser recepcionista. Quero ser recursos humanos. E ser considerado nada além de excesso de pessoal.

Quero ser gerente de produção. Me tornar um expert um firulas e breguices. E apontar o dedo sempre que algo sair errado.

Quero ser um executivo de contas. Um puxa-saco. Cobrar por horas não trabalhadas. E perder qualquer resquício de coragem sempre se entrar numa reunião com o cliente.

Quando crescer quero ter minha própria agência. Ter um sala de esquina. Ver meu nome na porta. E fazer as pessoas se perguntarem o que faço o dia inteiro.

Eu quero ser um produtor. Ter orçamentos enormes. Nenhum orçamento. Fingir que sou Cecil B. Demile.

Quando crescer quero trabalhar com publicidade. Ganhar um Clio. Um Tony, Aparecer no One Show. Receber um Addy e ser objeto de inveja de todos os meus amigos.”


Monster.com. Deve haver um emprego melhor por aí.”

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

Apple no Brasil de verdade?


De acordo com o jornal online Relatório Reservado, a Apple Computer pretende investir U$ 100 milhões no Brasil em fabricação e distribuição.

Em notícia do Blue Bus:

A norte-americana Apple vai investir U$ 100 milhões no Brasil. A companhia pretende construir uma fábrica de computadores e de outros equipamentos de informática. Vai também ampliar a sua rede de distribuição no país.

Será que finalmente teremos produtos a preços decentes, um teclado verdadeiramente ABNT e loja da iTunes?

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

“Muito bonito o seu prato.”



“Puxa, obrigado.”, respondi à gentil moça da balança do Meio Quilo, quilo gourmet que costumo ir. Não é a primeira vez que ouço um comentário deste, mas desta vez fiquei realmente surpreso. 

Como poderia imaginar que tivesse a capacidade de impressionar as pessoas pela minha organização do almoço. Ora, é somente salada de batata com carne seca, broto de feijão e tofu, acompanhando arroz branco com frango xadrez. Pelo módico preço de R$ 33,90 o quilo, quero saborear também com os olhos.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Myst IV Revelado


Depois de tanto tempo, vou tentar colocar os posts em dia.

Primeiro, com uma resenha de jogo. Não é nenhum lançamento, é o Myst IV - Revelation. Sou fan da série, apesar de achar alguns puzzles simplesmente impossíveis. Para quem não sabe, a série narra a história de uma família liderada pelo pai Atrus, último sobrevivente da cultura milenar dos D’ni (dunny), que habitavam há milhares de anos os subterrâneos da Terra e desenvolveram a arte de criar mundos fantásticos, chamados de Eras, por meio da escrita em livros. O quarto volume da saga, se passa aproximadamente 20 anos desde os eventos do primeiro jogo e descobrimos que os filhos de Atrus, Sirus e Achenar, na verdade não morreram, mas estão ainda vivos em Eras de prisão construídas pelo pai. Sedentos por vingança, eles escapam e seqüestram sua irmazinha caçula, Yeesha. Seu objetivo é explorar as Eras e levantar pistas de qual deles é o criminoso e resgatar a pequena Yeesha.

Por meio de cenários extraordinários e trilha sonora fabulosa, o jogador fica totalmente imerso no mundo de Myst. Particularmente, achei ele MUITO difícil. Ele também sofre de problemas de Level Design. O cenário de uma Era em particular é um verdadeiro labirinto na floresta, sendo que os pontos de acesso são quase que totalmente camuflados na paisagem. Mas simplesmente TIVE que acabar. Sentei uma tarde na frente do computador, baixei um FAQ e mandei ver.

Em compensação, achei a trilha sonora fabulosa como sempre. Esta foi escrita por Jack Wall, mesmo compositor da trilha do Myst III. Conta também com a participação especial de Peter Gabriel, um de meus artistas favoritos. Ele cedeu sua voz para um personagem que não aparece e uma música ainda inédita chamada Curtains para uma das seqüências mais maravilhosas do jogo.

Para principiantes, recomendo o Myst III - Exile, o mais gratificante de uma forma geral, atualmente disponível numa edição de 10º aniversário, em conjunto com o Myst original e Riven, a seqüência.

Postei uma resenha completa de Myst IV - Revelation no site da IGN e o vídeo completo de Curtains no YouTube.

Divirtam-se.

Até breve, prometo.

segunda-feira, 26 de junho de 2006

Here’s to the boy wonder...


Todos que me conhecem, sabem que sou uma negação para futebol. Mas não consigo deixar de me comover com um bom anúncio.

Para comemorar os dois gols contra o Japão, a Nike acaba de liberar o novo filme de sua campanha, dedicado ao homem dos milagres, nº. 9, o pesadelo dos goleiros, Rooooooooooonaldo! Ele seria originalmente exibido durante os intervalos do jogo contra a Austrália, mas a má performance do jogador na sua estréia contra a Croácia fez com o que o anunciante mudasse de idéia.

Isso vem a provar o quanto ninguém perdoa o nosso menino maravilha, nem os brasileiros ultra-exigentes, nem o maior patrocinador da copa. Ninguém! 

Original do Blue Bus e Media Guardian.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

Golf is for sissies!


Se você acredita que golf é um esporte egocentrico, que usa muito espaço e funciona só para americanos (ou americanos-wannabes) W.A.S.P.’s filhos da puta, conheça sua variação mais moderna, cool, ecológica e socialmente correta: Disc Golf.

A teoria é a mesma: acertar um pequeno objeto em um cesto, há jardas de distância, desviando de obstáculos, mas com algumas diferenças:

1- No lugar de uma bola, usa-se um frisbee;

2- No lugar de um taco, usa-se o muque;

3- No lugar do buraco, usa-se um cesto de ferro com correntes;

4- No lugar de um campo exclusivo, usa-se a mata virgem, e

5- No lugar do banco de arreia, coloca-se um cão labrador*.


Já existe até, nos EUA, uma associação profissional dedicada ao esporte, a PDGA, Professional Disc Golf Association. Os gringos realmente não gostam de perder tempo.


Achei o máximo! Quem sabe não uso o Disc Golf para substituir a minha frustração de não poder participar de um time de Baseball. Os São Paulo Giants só aceitam jogadores iniciantes até 12 anos. :-(

*O cão labrador é opcional e deve ser fornecido pelo próprio jogador.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

So Dark The Con Of Man


Realmente me impressiona como as pessoas se deixam levar pelas emoções. Ou simplesmente pela tolice. 

O Código Da Vinci não passa de uma obra de ficção. Acabei de terminar de lê-lo*. Mas é uma obra de ficção muito interessante. A maneira como o autor mistura fatos e locais reais com sua visão de fantasia realmente nos deixa na dúvida. Mas chegar ao ponto de banir o livro, censurar o filme ou massacrar o Dan Brown é puro exagero. Parece que um grupo de pessoas recentemente adotou greve de fome no intuito de impedir que o filme seja exibido. Para mim, isso é sinal de pura insegurança com as próprias crenças. 

Como o próprio livro menciona, a fé é inquestionável. Essas pessoas que se dizem católicas, massacram o livro como se estivéssemos no Século XV. Só faltam começarem a fazer churrasco dos mais de 14 milhões de leitores.

Tenham a Santa Maria Madalena de Pazzi, literalmente.

*Quando menciono que li o livro, na verdade ouvi o livro. Comprei a versão em Audiobook não abreviado, vendido pelo site Audible.com. O leitor faz as vozes dos personagens muito bem. De certa forma me traz um sentimento nostálgico de quando mamãe lia o Sobradinho dos Pardais quando era pequeno. :-)

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Mac joga nos dois times


Apple sai do armário e declara oficialmente que o Mac também roda Windows.


Acho que esta é a surpresa de aniversário que todos estavam esperando. Com o aplicativo Boot Camp, a Apple cria a maneira mais fácil de instalar o sistema operacional da Microsoft nas novas máquinas Intel. Ainda em versão Public Beta, o aplicativo pode ser baixado gratuitamente no site da Apple. Ele cria um CD com todos os drivers necessários para a instalação e uma nova partição no HD usando o que a empresa declara ser o “mais elegante utilitário de disco da história”. Humildes, não? Uma impressora é “realmente” necessária para imprimir um guia de instalação para o Windows. Ah, sim... uma cópia original (ou “de boa fé”, como eles dizem) do Windows XP também é necessária.

Uma vez instalado, basta pressionar a tecla Option (ou alt) para e selecionar o sistema operacional. Pronto. O melhor dos dois mundos ao toque de um dedo. Com a mesma facilidade, também é possível apagar a partição e retomar o espaço em disco.

A Apple coloca avisos bem destacados. Ela não oferece nenhum suporte técnico aos usuários do programa e também declara que não tem interesse em vender o Windows XP. Ela também avisa que o Windows rodando no Mac também é suscetível aos ataques de vírus como no mundo dos PCs. A versão final do Boot Camp estará disponível na próxima edição do MacOS X, com o codinome “Leopard”.

Ao fazer a parceria com a Intel, a Apple prontamente declarou que não criaria nenhum impedimento para que os usuários instalassem Windows nas novas máquinas. Mas acredito que poucas pessoas estava esperando este tipo de apoio. Quero ver um PC rodar Mac OS X (oficialmente)!

sexta-feira, 31 de março de 2006

Sensível



Esta semana tem sido interessante. Estou mais sensível, mais perceptivo, mais criativo.

Meninas, por acaso é isso que vocês sempre sentem e nós nunca entendemos?

quarta-feira, 29 de março de 2006

SongTip: "Ghost Trains" by Erlend Øye


"Ghost Trains" by Erlend Øye

O vocalista do Kings of Convenience apresenta seu primeiro trabalho solo Unrest, fugindo do acústico e indo mais para um som à là Moby. Muito bom. 10 músicas, gravadas em 10 cidades e por 10 produtores diferentes.

Seu site oficial tem músicas em streaming e um videoclip co-dirigido pelo vocalista do Pulp.

1º de Abril!


Não é piada, muito menos mentira. A Apple Computer faz neste próximo sábado, dia 1º de Abril de 2006, 30 anos. Desde o início do ano, a mídia e os usuários têm lotado a internet de rumores e esperanças de novos e revolucionários produtos. Os primeiros chegaram em janeiro na MacWorld: os novos iMacs e laptops profissionais Intel bi-processados. Depois, em um evento menor, Mac minis Intel e um novo boom-box para o iPod.


Além disso, uma dupla de desenvolvedores independentes, conhecidos simplesmente como narf2006 e blanka, conseguiram em menos de três meses colocar o Windows XP rodando nos novos Macs Intel. Usando um pequeno aplicativo que emula o superadíssimo sistema de BIOS encontrado nos atuais PC’s, é possível rodar o Windows XP e o MacOS X, independentemente, no mesmo Mac em sistema de dual-boot. Especialistas já fizeram testes de velocidade e constataram que o melhor laptop para rodar Windows é o novo MacBook Pro. Incrível, não? E ainda nem existem drivers próprios para todos os componentes da máquina.

E para o trigésimo aniversário? Ninguem ouviu nada. Nenhum convite foi enviado para a mídia. E agora? Sabemos que ainda faltam dois itens na matriz de produtos: um laptop da linha iBook para o consumidor doméstico e um desktop da linha profissional. Mas será que ficarão para o aniversário? Será que teremos uma edição especial de algum produto? Espero que a surpresa seja algo melhor que o fatídico 20th Anniversary Macintosh.

Todos esses fatos desencadearam uma seqüência de eventos que chegariam até a compensar uma falta de consideração da Apple pelos fans. Por exemplo, o portal Joy of Tech fez algumas charges divertidíssimas.


O portal Wired News esta fazendo um especial que inclui uma compilação de imagens de todos os sistemas operacionais da empresa, as melhores frases de Steve Jobs, as melhores pecas publicitarias e as figuras mais marcantes na história da empresa.

A revista Electronic Gaming Monthly, em sua edição de abril, chegou até a publicar com foto e tudo uma matéria sobre um suposto console portatil chamado iGame. Apesar de convidativa, a idéia só pode ser uma brincadeira para o dia da mentira.



Bom ... Apple, se não nos encontrarmos até lá, Feliz Aniversário!

sábado, 25 de março de 2006

Verdade

Está acontecendo até o dia 2 de abril em São Paulo o festival É Tudo Verdade 2006 de filmes documentários. Confiram a programação no site do evento e comentários no estadao.com.

quarta-feira, 22 de março de 2006

Hail to the Kings

Radiohead pode confirmar presença para o Tim Festival em outubro. E ainda mais, trarão musicas inéditas. Original do estadao.com.

Assisti um show deles na MTV. Não o de Knebworth, parecia ser em uma casa de espetáculos. Eles são verdadeiros animais ao vivo. A energia no palco era algo que nunca havia visto antes, tocando as músicas do Amnesiac e do Kid A com samplers, aplicando os efeitos na hora, sem playback.


Outras possíveis confirmações:

David Gilmour, do Pink Floyd, também lançando disco novo: On An Island.
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Seal. Um de meus cantores favoritos.

Acendam velas, façam promessas, torçam. Não vejo a hora.

domingo, 19 de março de 2006

Microsoft® Sense of Humor™ 2006 - Packaging Edition



E se a Microsoft tivesse feito a embalagem do iPod?

Parece que a Microsoft realmente tem senso de humor ... e de ridículo. Inicialmente acreditava-se que este vídeo havia sido criado por macmaníacos, mas na verdade foi encomendado pela divisão de packaging da própria Microsoft para ilustrar aos marketeiros da empresa a importância e os riscos do posicionamento no ponto de venda. Assistam, é hilário.

sexta-feira, 17 de março de 2006

Ciao, AOL


Notem o banner. 140.000 vagas, menos na própria empresa. Sniff...

quinta-feira, 9 de março de 2006

Quebrando Barreiras

Fumito Ueda faz jogos. Mas ele não quer fazer jogos. Ele foge de todos os padrões e eventualmente cria novos paradigmas para a indústria. Seu primeiro jogo, ICO para o PS2, quebrou mais barreiras nos últimos 10 anos do que qualquer outro jogo em qualquer plataforma. Impressionante para um estreante.
Sua formação em pintura e belas artes pode ser notada a cada imagem. Ele acaba de ganhar o prêmio Outstanding Achievement in Art Direction pela Academy of Interactive Arts and Sciences por seu segundo trabalho, o igualmente fantástico Shadow Of The Colossus. Seus projetos estão mais para filmes do que para jogos, se formos pensar no sentido clássico dessas palavras.

Michel Gondry faz filmes. Mas seus filmes são os experimentos audio-visuais mais popularmente aceitáveis que eu já ví. Ele não gosta de computação gráfica. Em seu filme de estréia Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças, a maioria dos efeitos foram executados na hora, usando ferramentas que muitos outros diretores atuais considerariam "ultrapassadas". Perspectiva forçada, iluminação seletiva, cenários com portas secretas... Ele não busca "the easy way out". No final, o resultado é muito mais gratificante. Considero ele o novo Terry Gilliam.
Ele foi praticando e melhorando sua técnica durante os anos 90, dirigindo video-clips. Foi ele quem fez Protection do Massive Attack. Devo ter assistido pela primeira vez quando tinha 15 anos e ainda me faz maravilhá-lo. Uma compilação de seus trabalhos está disponível em DVD, com excessão do seu mais novo clipe para o White Stripes, The Dental Twist.

A WiredNews.com publicou recentemente entrevistas com Ueda e Gondry.

sexta-feira, 3 de março de 2006

Brokeback Lane


Desculpem o trocadilho, mas foi a primeira coisa que me veio à mente. Totalmente sem ofensa, claro.

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Primeiro numa série de novos posts fotográficos autorais. Agora tenho uma câmera digital. Uhuu!

O pior dia de Jack Bauer

Numa escala de 0 a 10, a IGN deu ao 24: The Game 4,2. Ouch! Pela avaliação do site, o jogo tem uma excelente apresentação, simulando uma temporada da série com maestria. Mas o comentário sobre a jogabilidade detona: "watch, don't play". Tenho um lugar especial para o seriado no meu coração e na minha programação das segundas-feiras, mas isso é simplesmente lastimável.

Entra em efeito, mais uma vez, a teoria Katamari Damaci: ninguem quer mais do mesmo. Não tive a oportunidade de jogar o 24: The Game, mas pelo jeitão, deve ser um estilo GTA ou True Crime. Se você procura um ótimo FPS (First Person Shooter), jogue Half-Life. Acabou, então espera o 2. Se você adora GTA, fique com o GTA. Se você quer levar sustos, vá atraz de Silent Hill.

Da mesma forma como só existe um Matrix e um Pulp Fiction, também só existe um GTA e um Tetris. Hoje em dia os jogadores estão procurando originalidade, seja dando tiros ou rolando coisas. Se for para fazer outro GTA, é necessário muita originalidade.

Mal posso esperar pela 5ª Temporada ... da série.

quinta-feira, 2 de março de 2006

Seu primeiro Mac

Está querendo trocar de computador? Considere um Mac mini. A Fnac está com esta super-promoção.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006

Rotoscopia Interpolada

Rotoscopia é uma técnica de animação em que se usa um filme como base e desenha-se por cima dele. Rotoscopia Interpolada é uma técnica para trazer a visão dos nossos sonhos para a realidade.

Este novo método foi desenvolvido pelo cineasta Richard Linklater (Antes do Amanhecer e SubUrbia) para trazer à vida as sequencias surreais em seu filme Waking Life. Usando uma câmera de vídeo digital, Linklater gravou seu filme por inteiro. Depois, grupos de animadores usando algumas dezenas de computadores foram chamados para transportar as imagens para um ambiente de animação. O resultado obtido foi o melhor possível em um filme onde o assunto é a vida e nossas filosofias sobre ela. Aluguem, é sensacional.

Para seu próximo truque, Linklater resolveu atualizar sua técnica para a versão 2.0, escolhendo uma história de Philip K. Dick, psicotrópicos e Keanu Reeves. A Scanner Darkly é o seu nome. Uma tradução conceitual seria Uma Leitura Obscura. Somente assistindo ao trailer para conseguir imaginar o resultado.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Almost 1 billion served

Great ... I'll have one.

O comprador da bilionésima ganhará um novíssimo iMac Intel Core Duo de 20", 10 iPods de 60 Gb e um vale-compras na iTunes Music Store de US$ 10.000,00!

Prá comemorar, vou parabenizar o milésimo visitante do meu blog com um post dedicado a ele ou ela. Fique de olho no contador na parte inferior da barra ao lado, tire um screenshot e deixe um comentário. Boa sorte!

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Para tirar um screenshot no Windows, pressione a tecla Print Screen do teclado, abra o Paint ou outro aplicativo de edição de imagens e selecione Colar no menu.

No Mac, pressione Command+Shift+3.

O assédio vira contra a assediadora

Acima, clipping do estadao.com

Vocês provavelmente já devem saber o nome da felizarda de ontem. Pois é, quando entrei no perfil dela, já tinham mais de 115.000 scraps. Desde elogios até anúncios de calculadora HP 12C. Tinham também os desesperados: "quem leu este scrap me adiciona".

O perfil da menina virou uma verdadeira comunidade. Com espaço até para a comunidade da comunidade: "Eu deixei um Scrap para a Katilce", "A Katilce Miranda é gorda!", "Aulas de Inglês para Katilce" e muitas mais. Coitada.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Acharam Jesus ... num XBox 360

Esta pessoa, que só posso descrever como MUITO crente, anuncia um XBox 360 no EBay
que tem na sua caixa uma imagem que se assemelha a imagem do Santo Sudário. Com lançe inicial de US$ 0,01, os lances já chegaram em US$ 3.350,00, mas ainda não alcançaram o preço de reserva (!). Quem quer jogar Dead or Alive 4 ou Perfect Dark Zero em um video-game que possivelmente foi tocado pelo Senhor?

Achei ter visto John Lennon no meu iPod, mas era só uma caquinha de nariz.

Katamari Damacy 2

Se esses japoneses fossem ingleses, seriam membros do Monty Python. Somente mentes doidas criariam uma continuação oficial de um jogo de sucesso do PS2 em Flash e com cara de DOS! Use o mouse para controlar o príncipe e até 45 (!) primos ao mesmo tempo. É jogar para crer.

domingo, 19 de fevereiro de 2006

Evento especial da Apple

Quarta, 22 de fevereiro. Esta é a imagem do convite. O equipamento da foto se parece muito com a atual base sem fio compacta AirPort Express. Além de rotear acesso banda larga, ela serve uma impressora USB pela rede e também serve música transmitida de um Mac ou PC conectado a um aparelho de som. É possível que a nova versão tenha capacidades de servir vídeo a uma TV. Mas para termos certeza, só aguardando.

Quem sabe dessa vez sai a iTunes Music Store no Brasil? Já tem Tom Jobim, Paralamas, Capital, Sergio Mendes, Gil , Seu Jorge e até Jacob do Bandolim (?). Só falta poder comprar.

O futuro da interface intuitiva


Essas são imagens da mais moderna interface touch-screen em desenvolvimento. O incrível vídeo pode ser visto aqui. Ela permite algo inédito: múltiplos pontos de input ao mesmo tempo. Pode-se usar um, dois, três, dez ou mais (!) dedos ao mesmo tempo. Isso abre portas de oportunidade para interfaces incrivelmente intuitivas em que pode-se clicar, selecionar múltipos ítens, arrastar, digitar, diminuir ou aumentar o tamanho de ítens na tela usando somente os dedos. Imagine a interface que Tom Cruise usa em Minority Report, mas com aplicações práticas e totalmente factíveis.

Enquanto a Microsoft apresentou a sua patética versão da "interface do futuro" na CES 2006 em janeiro, a Apple pode apresentar a sua versão revolucionária bem mais cedo do que imaginamos. Ela registrou diversas patentes para elementos similares aos vistos no vídeo. Esta semana ela já pode apresentar sua primeira versão em um evento especial em que está sendo previsto o lançamento de uma nova versão do iPod. Yum!

Aos tech-geeks recomento a leitura da matéria original do site MacRumors aqui.

SkypeIN agora no Brasil

Em parceria com a TransitTelecom, o Skype lança seu serviço SkypeIN no Brasil. Com R$ 80,00 anuais, é possível adquirir um número de telefone fixo em que as pessoas podem te achar em qualquer lugar do mundo em que você estiver conectado com Skype. Ou seja, seu amigo de São Paulo liga para seu número Skype de qualquer telefone pagando tarifas locais e fala com você em Singapura, ou qualquer outro lugar do mundo. Atualmente, o serviço oferece números em 10 cidades brasileiras.

Já é possível dizer adeus à Telefônica. Eu já disse.

Sem serviço

Peço desculpas a todos que deixaram comentários recentemente. O PC-XT que estava rodando entre minha cadeira e meu PowerBook aparentemente havia programado o blog para moderação de comentários mas esqueceu de programar um e-mail de aviso. Duh!

Já publiquei todos os comentários sem censura (o que aparece deletado, fui eu mesmo que deixei e deletei para teste). Daqui para frente, o blog aceitará comentários sem moderação.

Depois de 6 anos, 1º vírus para OS X?

Aparentemente causou um susto entre a comunidade, mas o virus Leap-A é considerando de baixa periculosidade. Aparece uma solicitação de tranferência de arquivo via iChat. O executável UNIX que está dentro do arquivo compactado, vem disfarçado de uma imagem JPEG. Uma vez aberto o arquivo pode danificar ítens essenciais para execução do sistema operacional e alguns programas, permanecendo residente e se distribuindo automaticamente pela lista de contatos do iChat.

O Leap-A só pode causar danos se o usuário aceitar o arquivo compactado pelo iChat, descompactá-lo e abrir o JPEG "cavalo de tróia". Por não ser um instalador, o executável não pede a senha do usuário antes de abrir, como de costume.

Até o momento, apenas 50 máquinas acusaram incecção, mas a Computer Malware Enumeration anunciou em um release que já estão prevendo novas variantes mais poderosas para o ano de 2006. Até lá, esperamos que a Apple já tenha tomado providências para aumentar a segurança do sistema, como sempre têm feito.

Por definição, nenhum sistema operacional é imune a ataques. Rob Griffiths da revista MacWorld difine muito bem:

Com o malware Leap-A, isso não significa que o OS X seja menos seguro que antes. Pessoas mal intencionadas sempre podem criar esses programas. Se você convence um usuário a rodar seu aplicativo, claramente, você pode fazer o que quizer com ele. Apesar de ainda existirem coisas que a Apple pode desenvolver para fazer-nos sentir mais seguros (por exemplo, não permitir nenhum programa rodar pela primeira vez sem nossa autorização), ainda acredito que os MacOS X é um sistema operacional muito seguro, e não tenho preocupações em usá-lo diariamente. Você também não deveria.
De qualquer forma, o bom senso sempre deve perdurar: nunca aceite doces de pessoas estranhas ou arquivos estranhos de pessoas doces.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Next week, we're going after McCarthy.


Belíssimo trabalho de George Clooney em Boa Noite e Boa Sorte, seu segundo projeto como diretor. No início dos anos 50, a "ameaça" comunista criou uma núvem de paranóia nos EUA e o senador Joseph McCarthy se aproveitou deste medo, condenando possíveis comunistas à prisão por traição. Entretanto, o jornalista Edward R. Murrow (o ótimo David Strathairn) e o seu produtor Fred Friendly (George Clooney) decidiram não se abalar e desmascarar o senador em rede nacional, colocando em grande risco suas vidas pessoais e profissionais.

O filme usa imagens de arquivo, fotografia preto-e-branca, direção de arte inteligente e uma pitada de jazz para criar um ótimo documento histórico, extramamente educativo e ao mesmo tempo muito relevante aos tempos atuais. Em diversos momentos, é mostrado o poder da política e das grandes corporações sobre as telecomunicações. Enquanto os anunciantes acreditam que o povo somente se interessa por talk-shows e game-shows, jornalistas de caráter tentam por em prática seu dever profissional, e porque não cívico, de informar e educar a população. Murrow disse que "a televisão somente se transforma em uma ferramenta de alienação, se assim nós a fizermos".

Durante minha recente participação na MacWorld 2006 em São Francisco, tive a oportunidade de ouvir o mesmo de Leo Laporte ex-apresentador da TechTV, extinto canal à cabo dedicado 24 horas à tecnologia e informática. Depois de ser comprado pela gigante Comcast, a TechTV deixou de existir por acreditarem que não existia público suficiente interessado neste tipo de material e decidiu ceder seu lugar para a G4tv, dedicada a video-games, um assundo "mais na moda". Aparentemente as centenas de milhares de pessoas que participaram da feira não são prova suficiente de um mercado latente.

A quase extinção da nossa TV Cultura e os índices de audiência do BBB na Globo também provam a teoria de Murrow. Ora bolas...algumas curiosidades sobre o próprio filme provam essa teoria. Os produtores decidiram filmá-lo originalmente em cores com medo de não conseguirem distribuidores interessados em um filme em preto-e-branco. Ele também demorou para chegar no nosso país por dificuldades em obter distribuição local, finalmente feita pela Paris Filmes.

Também é curioso observar que, naquela época, o fumo não era considerado um "problema social" ou um risco de vida. Tanto que o programa era patrocinado pelos cigarros Kent e o próprio Murrow fumava durante sua apresentação na TV. Estava morrendo de vontade de fumar durante a projeção de tanto ver as pessoas no filme fumando. Tive que acender um no caminho para casa. :-)

Murrow também disse que "se não enxergarmos a TV como um instrumento poderosíssimo de educação, ela não se torna nada mais além de um caixote preto com luzes e fios". Isso em 1956.

Deixando espaço para sua reflexão e buscando fugir do plágio, encerro minha transmissão com essas palavas de conforto:

Até mais e tudo de bom.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2006

Meirelles e Gil em Inglês

Nossos dois conterrâneos participaram recentemente de entrevistas nos EUA. Fernando Meirelles foi entrevistado pelo crítico de cinema Elvis Mitchell no excelente programa The Treatment da rádio KCRW de Santa Monica. Muito bem humorado, Meirelles compartilha suas experências dirigindo O Jardineiro Fiel, seu início na TV e seu desejo de dirigir Harry Potter 6. Ouça de graça em RealMedia aqui ou via iTunes aqui. Via iTunes também é possível assinar o podcast e receber novos programas automaticamente.

O ministro Gil apareceu no talk show de Charlie Rose para a rede pública PBS. O programa, que também conta com a participação de Peter Gabriel falando sobre sua ONG Witness, só pode ser assistido na íntegra em Windows e pagando US$ 0,99 no Google Video.

Now we return to our regularly scheduled program.

sábado, 4 de fevereiro de 2006


I believe I can see the future
As I repeat the same routine
I think I used to have a purpose
But then again
That might have been a dream
I think I used to have a voice
Now i never make a sound
I just do what I've been told
I really don't want them to come around again

Oh, no

Everyday is exactly the same
Everyday is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Everyday is exactly the same

I can feel thier eyes are watching
In case I loose myself again
Sometimes I think I'm happy here
Sometimes, yet I still pretend
I can't remember how this got started
But I can tell you exactly how it will end

Everyday is exactly the same
Everyday is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Everyday is exactly the same

I'm writing on a little piece of paper
I'm hoping someday you might find
I'll hide it behind something
They won't look behind
I am still inside here
A little bit comes bleeding through
I wish this could have been any other way
But I just don't know- I don't know what else I can do!

Everyday is exactly the same
Everyday is exactly the same
There is no love here and there is no pain
Everyday is exactly the same

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

A Visão Aquática de Wes Anderson

Depois de ser totalmente ignorado nos cinemas brasileiros, a comédia levemente surreal A Vida Aquática com Steve Zissou chega às locadoras. O diretor e co-roteirista Wes Anderson (Os Excentricos Tennembaums) traz, mais uma vez, sua visão e humor bem peculiar.

Bill Murray (ótimo) é Steve Zissou, um oceanógrafo a lá Jacques Cousteau, um plena crise de meia idade. O principal membro de sua equipe foi comido por uma espécie nunca vista de tubarão e seu último documentário teve baixa receptividade no festival de Roma. Sem patrocínio para continuar, Zissou acaba conhecendo Ned, presumidamente seu filho ilegítimo. Este, por sua vez, acaba de herdar US$250.000. Sem hesitar, Zissou convida Ned para particiar de sua equipe e parte para mais uma aventura: matar o tal "Tubarão Jaguar", por mais anti-ecológico que pareça.

Cheio de diálogos bem sacados, participações de peso e direção de arte primorosa, o filme é imperdível, ficando um passo de "Aperte Os Cintos ... O Piloto Sumiu". Angelica Huston é a "cabeça" da equipe. Willem Defoe é o técnico alemão. Jeff Goldblum é o concorrente. E Seu Jorge (sim, ele mesmo) ... bom ... ele toca violão e canta David Bowie em português.

Belafonte, o barco, também é um astro. Um modelo dele construído em tamanho real, e cortado na metade, serve de cenário para as atuações. A câmera sobe e desce entre as pontes em plano sequência. A fauna aquática é animada em stop-motion com um toque surreal, dando um aparência "Monty Python" ao filme. Não posso esquecer das sungas azuis e das tocas de lã vermelhas. Genial.